O conceito de Campo Télico de Cura (CTC), pilar central da minha prática clínica, encontra suas raízes mais profundas na obra de Jacob Levy Moreno, o criador do psicodrama. Foi Moreno quem introduziu a noção revolucionária de tele, definindo-a como a base de toda a comunicação humana e o alicerce fundamental para a eficácia de qualquer processo psicoterapêutico.
A tele, para Moreno, vai muito além de uma simples interação; ela é uma ligação interpessoal recíproca e dinâmica que permite a percepção mútua e real entre dois indivíduos. Ao contrário da transferência, que distorce a realidade através de projeções e fantasias, a tele é um fenômeno saudável que promove a sintonia emocional, a intuição e o encontro genuíno no aqui-e-agora terapêutico.
No cotidiano da clínica, o CTC expande essa herança moreniana ao integrar os fundamentos clássicos com as descobertas modernas da neurociência. Propomos que este campo não seja um dado imediato, mas um espaço relacional construído ativamente para promover a autorregulação. É nesse ambiente que a ressonância límbica entre terapeuta e cliente facilita a plasticidade cerebral e a cura de traumas profundos.
A integração com a Teoria Polivagal nos permite compreender por que a segurança fisiológica é um pré-requisito absoluto. Para que as intervenções psicodramáticas sejam eficazes, o sistema nervoso do cliente precisa identificar um estado de segurança biológica (vago ventral). Esse estado é alcançado através da presença genuína e da aceitação incondicional oferecida pelo terapeuta dentro do campo télico.
Casos clínicos de alta complexidade, como lutos traumáticos ou transtornos severos, evidenciam que a sustentação desse campo é, muitas vezes, a intervenção mais poderosa do que qualquer técnica isolada. Quando o terapeuta comunica segurança por meio de sua postura e prosódia, ele ativa a neurocepção de segurança no cliente. Isso permite a ressignificação de memórias dolorosas e a construção de um novo modelo de apego seguro.
Em última análise, honrar a visão de Moreno significa reconhecer que a saúde reside na qualidade das nossas relações. O Campo Télico de Cura reafirma que o encontro humano autêntico, mediado pela tele, é o solo fértil onde a espontaneidade e a criatividade podem ser resgatadas. É através desse vínculo seguro que conduzimos o indivíduo de volta à sua plenitude e autonomia existencial.
A maternidade, por si só, já é uma experiência intensa e atravessada por transformações. Em uma sociedade ainda marcada por desigualdades de gênero, são majoritariamente as mulheres que assumem a maior parte dos cuidados com os filhos e da gestão da vida doméstica. Quando essa maternidade envolve uma criança com necessidades específicas de desenvolvimento, como no caso do Transtorno do Espectro Autista (TEA), TDAH, deficiências intelectuais ou síndromes genéticas, a jornada ganha contornos ainda mais complexos. É nesse contexto que falamos sobre maternidade atípica.
O fim de ano costuma despertar sentimentos ambíguos. Para algumas pessoas, é tempo de celebração, encontros e esperança. Para outras, é um período marcado por reflexões profundas, cobranças internas e a sensação de que algo precisa ser encerrado para que o novo possa começar. Do ponto de vista psicológico, essa percepção faz sentido: falar de fim de ano é, quase sempre, falar de fechamento de ciclos.
Em um mundo cada vez mais acelerado, marcado por cobranças constantes e altos níveis de estresse, muitas pessoas recorrem à terapia como uma forma de cuidar da saúde mental e emocional. Ao longo desse caminho, porém, uma pergunta é bastante comum: como saber se a terapia está dando certo? Neste artigo, exploramos os principais indicadores de que a terapia está funcionando e contribuindo, de fato, para mudanças significativas na vida cotidiana.
A inveja costuma ser vista como um sentimento indesejável, algo que deveria ser evitado ou reprimido. No entanto, ela faz parte da experiência humana e aparece, em maior ou menor grau, na vida de todas as pessoas. Ao observar o sucesso de um colega, as conquistas de amigos ou mesmo as facilidades aparentes na vida de alguém próximo, é comum surgir um desconforto silencioso: a comparação.
Mas afinal, é normal sentir inveja? E, mais importante, como lidar com esse sentimento sem que ele prejudique a autoestima ou as relações pessoais e profissionais? É sobre isso que falamos neste artigo.
À medida que dezembro se aproxima, muitas pessoas percebem uma inquietação difícil de nomear. A sensação de que o ano passou rápido demais, o esforço para dar conta das últimas demandas, a convivência mais intensa com familiares, o balanço entre conquistas e frustrações. Esse conjunto de sentimentos forma o que especialistas têm chamado de “síndrome do fim de ano”, um fenômeno que envolve ansiedade, tensão emocional e uma espécie de descompasso entre o que se vive e o que se esperava viver.
A ideia de que “falar com um amigo e falar com um psicólogo é a mesma coisa” é um dos mitos mais comuns quando se discute saúde mental. À primeira vista, a psicoterapia pode realmente parecer apenas uma conversa. Mas basta compreender minimamente o papel do processo terapêutico para que essa comparação deixe de fazer sentido.
A confusão entre amizade e terapia não é apenas simplificadora: ela pode prejudicar tanto o percurso psicológico de uma pessoa quanto os próprios vínculos que sustentam sua vida afetiva. Afinal, amizades e psicoterapia têm funções diferentes, operam em lógicas distintas e atendem a necessidades específicas, embora ambas sejam importantes.
A responsabilidade emocional tem ganhado cada vez mais espaço nas conversas sobre relacionamentos, saúde mental e convivência. Embora o termo pareça recente, ele descreve algo fundamental: a consciência de que nossas palavras, ações e escolhas têm impacto direto no emocional das pessoas ao nosso redor.
Em uma cultura marcada por vínculos acelerados, comunicação fragmentada e vínculos frágeis, falar sobre responsabilidade emocional é, antes de tudo, falar sobre maturidade, respeito e qualidade das relações humanas.
A proximidade da Black Friday costuma despertar um tipo particular de euforia coletiva. As vitrines prometem oportunidades, contadores regressivos criam um senso imediato de urgência e anúncios personalizados nos acompanham pela internet, quase como convites inevitáveis.
Para muitos consumidores, esse é o momento de comprar o que realmente precisam; para outros, a data funciona como um disparador de impulsos difíceis de controlar. Mas afinal, por que desejamos tanto? Por que consumimos compulsivamente, mesmo quando sabemos que não precisamos de nada? E por que, mesmo depois das compras, a sensação de satisfação dura tão pouco?
No mês de novembro é celebrado o Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro, em 2024 a data passou a ser feriado em todo o Brasil. Mais do que uma data simbólica, ela representa uma reflexão sobre a história, as conquistas e os desafios enfrentados pela população negra. Além da dimensão social e política, queremos neste texto olhar para um tema muitas vezes silenciado: os impactos do racismo na saúde mental.
O racismo não é apenas uma questão de injustiça social, ele atravessa o cotidiano de milhões de pessoas, afetando a autoestima, o senso de pertencimento e o bem-estar emocional. E compreender essa relação é um passo importante para uma sociedade mais justa e saudável.
Nos últimos anos, séries, podcasts e documentários sobre crimes reais se tornaram um verdadeiro fenômeno cultural. Obras como Pacto Brutal, O Caso Evandro e A Mulher da Casa Abandonada conquistaram milhões de espectadores.
Mas o que explica esse interesse tão forte por histórias que, em vez de entreter, muitas vezes provocam medo, angústia e indignação? A resposta envolve aspectos psicológicos, sociais e até evolutivos que ajudam a compreender o que o gênero true crime desperta em nós.
Em geral, a depressão é associada à apatia, à falta de energia e à dificuldade de realizar até as tarefas mais simples do dia a dia. No entanto, existe um tipo de sofrimento psíquico que desafia esse imaginário: a depressão de alto funcionamento. Nela, a pessoa mantém a rotina, trabalha, estuda, participa de atividades sociais, mas internamente sente um vazio profundo, tristeza e cansaço emocional.
Você já percebeu como, às vezes, é mais fácil perdoar o erro de outra pessoa do que o próprio? Muitas pessoas convivem diariamente com uma voz interna crítica e implacável, que transforma pequenas falhas em grandes julgamentos. Ser duro consigo mesmo é mais comum do que se imagina, e esse hábito, quando constante, pode afetar profundamente a autoestima, os relacionamentos e o bem-estar emocional.
Você já chegou à sessão de terapia e pensou: “Não sei o que falar hoje”? Se sim, fique tranquilo, isso é mais comum do que parece. Muitas pessoas se sentem assim, especialmente nas primeiras consultas ou em fases mais tranquilas da vida. A boa notícia é que não existe uma forma “certa” de estar na terapia. O silêncio, inclusive, pode ser parte importante do processo. Neste artigo, vamos te mostrar por que isso acontece e como aproveitar melhor suas sessões, mesmo quando parece que não há muito a dizer.
Em um mundo que valoriza a produtividade e a velocidade, encontrar tempo para o prazer parece, muitas vezes, um luxo. mas é justamente nesses momentos de pausa que a mente respira e se reorganiza. dedicar-se a um hobby não é apenas um passatempo, é uma forma de cuidar da saúde emocional, fortalecer o equilíbrio interno e abrir espaço para a criatividade.
Começar a cuidar da saúde emocional nem sempre é fácil. Muitas vezes, dar os primeiros passos rumo exige coragem e informação. É natural que surjam dúvidas como: “Será que terapia é para mim?” ou “Como escolher um psicólogo em quem eu realmente confie?” Se você também já se fez essas perguntas, este guia vai ajudar. Aqui, reunimos os principais critérios que você deve considerar ao buscar um psicólogo, sempre com base no Código de Ética Profissional da Psicologia e nas boas práticas clínicas.
Reclamar faz parte da vida. Todos nós, em algum momento, expressamos insatisfação diante de situações frustrantes. Porém, quando a reclamação deixa de ser pontual e se transforma em um hábito constante, ela pode impactar de forma significativa a saúde mental, o bem-estar físico e até mesmo os relacionamentos interpessoais. Neste artigo, vamos entender como o padrão de reclamação crônica afeta quem reclama e as pessoas ao redor, além de explorar alternativas mais saudáveis para lidar com frustrações do dia a dia.
Você já ouviu falar em avaliação psicológica e avaliação neuropsicológica? Embora os nomes sejam parecidos e ambas sejam realizadas por profissionais da Psicologia, cada uma tem objetivos, métodos e áreas de aplicação diferentes. Saber distinguir esses processos pode ajudar muito na hora de buscar o atendimento mais adequado para cada situação. Neste artigo, vamos explicar quais são as principais diferenças entre avaliação psicológica e neuropsicológica, em quais casos cada uma é indicada e por que ambas são ferramentas fundamentais no cuidado com a saúde mental e cognitiva.
Dormir bem vai muito além de descansar o corpo. O sono tem uma conexão direta com a saúde mental, influenciando humor, foco e bem-estar emocional. Uma noite mal dormida até pode parecer inofensiva, mas, quando isso se torna rotina, os impactos podem ser sérios: aumento da ansiedade, piora da depressão, dificuldade de concentração e até alterações físicas no organismo. Neste artigo, você vai entender como sono e saúde mental estão interligados, quais transtornos podem ser agravados pela privação de sono e o que fazer para melhorar a qualidade do descanso.
Nos últimos meses, o termo adultização infantil ganhou destaque nas redes sociais e em debates públicos. Isso aconteceu após o youtuber Felca divulgar um vídeo de quase 50 minutos denunciando casos de exposição e exploração de crianças em plataformas digitais. O conteúdo viralizou rapidamente, alcançando milhões de visualizações e despertando uma discussão urgente: como preservar a infância diante da pressão para que crianças se comportem como adultos antes do tempo?
Você já se perguntou por que deixa algumas tarefas sempre para depois? A procrastinação é um comportamento muito comum, mas que pode trazer consequências negativas para a vida pessoal e profissional. Embora muitas vezes seja confundida com preguiça, a procrastinação está ligada a fatores emocionais e psicológicos, o que significa que não se trata apenas de “força de vontade”.
Neste artigo, vamos explicar o que é a procrastinação, quais são suas causas, como ela pode impactar sua saúde mental e, principalmente, como lidar com esse hábito de forma saudável.
Em tempos de redes sociais, é comum se deparar com vídeos, postagens e listas de “sintomas” que dizem indicar se você tem TDAH, ansiedade, depressão, borderline e outros transtornos psicológicos. Basta assistir a um vídeo curto com frases como “se você se distrai com facilidade, pode ter TDAH” ou “se sente tristeza frequente, pode estar em depressão” para que muitas pessoas comecem a se identificar e se diagnosticar por conta própria.
Apesar de falar sobre saúde mental nas redes sociais abrir espaço para conversas importantes e quebras de estigmas, é preciso ter cuidado com o autodiagnóstico. A forma como os conteúdos circulam nas redes, muitas vezes sem embasamento técnico ou com abordagens simplistas, pode gerar falsos diagnósticos.
A morte é, sem dúvida, um dos grandes mistérios da vida. Vivemos nossos dias sem saber quando ela virá, para nós ou para alguém que amamos. E justamente por ser algo desconhecido e incontrolável, o luto pode ser uma experiência dolorosa e desafiadora.
O ser humano, em geral, não lida bem com o que não entende. A perda de alguém querido, seja por falecimento, separação, mudança ou qualquer outro tipo de rompimento, costuma provocar um impacto profundo na nossa saúde emocional. E, embora nem sempre estejamos preparados, é preciso aprender a lidar com o luto, com compaixão, acolhimento e, quando necessário, com ajuda profissional.
É comum pensarmos que apenas os adultos enfrentam desafios emocionais, mas a verdade é que as crianças também vivenciam situações difíceis, muitas vezes sem conseguir nomear ou entender o que estão sentindo. A terapia infantil existe justamente para oferecer esse espaço seguro de escuta, acolhimento e desenvolvimento emocional para os pequenos. Neste artigo, explicamos como funciona a terapia infantil, quando ela é indicada e os benefícios que pode trazer para o bem-estar da criança e da família.
Você já disse “sim” quando queria dizer “não”? Já se pegou fazendo mais pelos outros do que por você mesmo? Estabelecer limites pode parecer difícil no começo, mas é uma das atitudes mais importantes para preservar a saúde mental e construir relações saudáveis e respeitosas.
Neste artigo, vamos falar sobre a importância de estabelecer limites, como fazer isso de forma saudável e o que muda quando você aprende a se priorizar.
Com o avanço das tecnologias, especialmente da Inteligência Artificial (IA), é natural que surjam dúvidas sobre até onde essas ferramentas podem nos ajudar, inclusive quando o assunto é saúde mental. Em 2025, o principal uso da IA em todo o mundo tem sido para aconselhamento terapêutico e companhia, segundo a Harvard Business Review. Mas será que é seguro e eficaz fazer terapia com uma Inteligência Artificial?
Cuidar da saúde mental é tão importante quanto cuidar do corpo e a psicoterapia é uma das formas eficazes de fazer isso. Muitas pessoas ainda acreditam que só se deve procurar um psicólogo em casos graves, como depressão profunda ou crises intensas de ansiedade. Mas a verdade é que o acompanhamento psicológico pode ser benéfico em diversos momentos da vida, mesmo quando não há um diagnóstico formal de transtorno mental.
Com o aumento da expectativa de vida e os avanços da medicina, temos hoje uma população idosa cada vez maior, o que é sem dúvida uma conquista social. No entanto, o envelhecimento também traz desafios importantes, especialmente no campo emocional. Cuidar da saúde mental na terceira idade é essencial para garantir mais qualidade de vida, autonomia e bem-estar. E a psicoterapia tem um papel fundamental nesse processo.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta a forma como a pessoa se comunica, interage socialmente e percebe o mundo ao seu redor. Cada pessoa autista tem sua própria maneira e necessidades: algumas apresentam maior sensibilidade a estímulos, dificuldades na linguagem verbal ou comportamentos repetitivos, enquanto outras conseguem se expressar com mais autonomia, mas ainda enfrentam desafios nas interações sociais.
Relacionamentos amorosos fazem parte da nossa vida afetiva, mas isso não significa que serão livres de conflitos. Divergências de opinião, dificuldades na comunicação, desgaste da rotina ou crises de confiança podem impactar negativamente a convivência. É nesses momentos que a terapia de casal pode fazer toda a diferença.
Fazer escolhas profissionais nem sempre é fácil. Dúvidas, inseguranças e medos sobre o futuro costumam fazer parte desse processo, seja para quem está começando a carreira, seja para quem já atua no mercado e pensa em mudar de área. A boa notícia é que você não precisa fazer isso sozinho. A orientação vocacional ou profissional, conduzida por profissionais da psicologia, é uma ferramenta importante para quem deseja tomar decisões mais conscientes e alinhadas ao seu perfil.
A saúde mental de pessoas LGBTQIA+ não é, por si só, pior ou mais frágil do que a de outras pessoas. No entanto, os impactos da discriminação, da violência e da exclusão social tornam essa população mais vulnerável a sofrimento psíquico e ao desenvolvimento de transtornos como depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), entre outros. Ou seja, não é a identidade de gênero ou a orientação sexual que causa sofrimento, mas sim as experiências de preconceito, rejeição e apagamento enfrentadas cotidianamente.
A ansiedade faz parte da vida. Todos nós, em algum momento, já sentimos aquele frio na barriga antes de uma prova, uma entrevista de emprego ou uma conversa importante. Mas quando essa sensação se torna frequente, intensa e começa a interferir no bem-estar e na rotina, é hora de olhar com mais atenção. Neste artigo, você vai entender o que é a ansiedade, quais são seus sintomas mais comuns, as possíveis causas e como o tratamento psicológico pode ajudar.
Na era digital, o excesso de estímulos nas redes sociais tem causado um esgotamento mental conhecido como brain rot. Esse fenômeno afeta o foco, o bem-estar e a saúde emocional. Neste contexto, a psicoterapia surge como um espaço seguro para entender esses impactos, retomar o equilíbrio e construir uma relação mais saudável com a tecnologia.
Vivemos em um ritmo acelerado, mas cuidar de si mesmo não é luxo — é necessidade. O autocuidado é um compromisso com o bem-estar físico, emocional e mental, essencial para prevenir estresse, ansiedade e esgotamento. Neste processo, a psicoterapia é uma aliada importante: ela ajuda a desenvolver autoconhecimento, fortalecer a autoestima e criar uma rotina mais equilibrada. Na Ato Psicologia, oferecemos um espaço acolhedor e profissional para te apoiar nessa jornada de cuidado e transformação.
Você já sentiu que precisava conversar com alguém, mas não sabia exatamente com quem ou por onde começar? A psicoterapia é justamente esse espaço seguro, acolhedor e profissional, onde você pode falar sobre seus sentimentos, pensamentos e comportamentos com um psicólogo capacitado, sem julgamentos.